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HONRA, MORAL E ÉTICA!



PSL, sigla hoje extremamente cobiçada dentre os que almejam mudanças dentro de nossa sociedade, como também alvo de cobiça por oportunistas politiqueiros de plantão.


Nas Eleições de 2018 pouco se acreditava no atual Presidente Jair Bolsonaro, o qual buscava segurança para sua candidatura descrita por muitos como insana e imatura.


Várias especulações surgiram em relação a qual partido Jair iria, várias portas se fecharam para o atual Presidente e aos que o seguiam por acreditarem na mudança que nosso Brasil tanto precisava e precisa.


Surgiu assim uma pequena esperança, o que nos meios políticos chama-se de partido pequeno e de baixo clero com a sigla PSL (Partido Social liberal) que nasceu em 30 de outubro de 1994 presidido por Luciano Bivar. Sendo antes social-liberal, se tornou hoje conservador em seus costumes e liberal na economia, tomando a partir das eleições de 2018 o posto de segundo maior partido do Brasil e a maior bancada de parlamentares eleitos.


Após o feito de 2018 iniciou-se um exaustivo trabalho do partido de separação do joio do trigo, pois entender o significado de HONRA, MORAL E ÉTICA não seria e nem será fácil, com tamanho oportunismo existente na política atual.


A cobiçada eleição para prefeitos e vereadores em 2020, alinhada ao entusiasmo do Presidente Jair Bolsonaro declarando que será cabo eleitoral para o pleito, e que o PSL terá candidaturas próprias em cidades a partir de 100 mil habitantes, despertou em muitos a chamada “corrida do ouro”.


Exemplo deste tipo de disputa está a cidade de Paulínia, um polo petroquímico com altíssima arrecadação. Recentemente áudios vazados em grupos de WhatsApp apontam que uma filiada ao PSL e então presidente de uma comissão provisória da cidade desrespeitou diretrizes partidárias estaduais, se recusando a lançar um candidato pelo partido determinado pela diretriz da executiva Estadual, e em consequente conflito ético apoia também na região pessoas ligadas a esquerda, afirmando que independente do PSL ter outros candidatos ela não apoiaria, declarando fidelidade a um membro do PSB - partido de esquerda - agindo de forma unilateral e insubmissa, infringindo assim a honra, a moral e a ética do partido.


A pergunta que não quer calar: o que levaria então um presidente partidário municipal que se diz de direita, apoiar um candidato de esquerda, já que água e óleo não se misturam?


A “corrida do ouro” das eleições municipais ainda tem muito que contar.


Neste caso especifico podemos verificar uma velha prática política, pois no mesmo áudio já mencionado identificamos que a filiada além de incitar rixa entre dirigentes anteriores e atuais do partido em São Paulo, desmerecendo a atual gestão e todo trabalho que vem sendo desenvolvido por ela através das mãos do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, eleito com quase 2 milhões de votos, também se declara coordenadora regional, por se dizer conhecida dentre todos os filiados no Estado, coisa que dentro da administração atual não existe.


Situações de desrespeito à hierarquia, desmerecimento aos superiores e uma clara intenção de desestruturar a ordem é vista neste tipo de comportamento.


Quais as medidas corretivas serão adotadas pelo partido PSL para comportamentos como estes a partir de agora? Pois a separação do joio e trigo envolvem possíveis baixas aos filiados e muitas mascaras ainda poderão cair.


HONRA, MORAL e ÉTICA são portanto preceitos ainda desconhecidos por muitos dentro e fora da agremiação partidária, o que se torna natural para um partido que cresceu de forma inesperada e surpreendente de nanico a gigante no cenário político nacional, porém não significa que atos como estes possam ser tolerados e passem despercebidos. Temos visto que o eleitor do PSL aprende a cada dia fiscalizar e acompanhar a política de sua cidade, pois sabem que a verdadeira mudança apenas começou.

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