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PRETA OPRESSORA! MARIELLE VIVE... ENCHENDO O SACO!


Maria do Rosário à esq, Gleisi Hoffmann à dir.


Em entrevista inédita com Camila Georg, ativista política, líder de movimento de direita e membro do Movimento Direita Interior - RN, a "Preta Opressora" como se auto intitula fala sobre as polêmicas fotos tiradas com as Deputadas Federais Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Maria do Rosário (PT-RS). Camila além de ter sido detida pela Polícia Legislativa, teve sua conta no Twitter bloqueada e foi ameaçada por Maria do Rosário caso tivesse as fotos divulgadas, ela também recebeu ameaças através de ligações em seu celular pessoal.


Desde o dia 28 em Brasília, Camila tem visitado o Congresso Nacional com uma camiseta com a face de Marielle Franco e os escritos "Mariele vive... enchendo o saco", disse que tirou diversas fotos com outros deputados até o momento em que decidiu, segundo suas próprias palavras "provar que as pessoas não leêm; querem tirar fotos com uma negra nordestina e 'mitar' e eu nem sou nordestina; vêem as fotos e já julgam, tanto o pessoal de direita quanto de esquerda" e quando questionada sobre o uso da camiseta, afirma que todos os dias morrem pessoas e não é dada toda essa publicidade de troca de nomes de avenidas, de pontes, etc.


Disse também que a Deputada Gleisi posou para a foto sem problemas, e Maria do Rosário inclusive elogiou sua camiseta antes que um dos seus assessores informasse a frase abaixo da figura, comprovando sua tese.


Foi quando o tempo fechou e tanto os assessores, quanto o advogado e a própria Deputada do PT do Rio Grande do Sul começaram a gritar e a puxar seu braço em tom de ameaças: "O que está escrito aí? Me acompanhe, me acompanhe" chamando Camila para que ela fosse à uma sala de comissão, e acusando-a de desonesta e dizendo que defende os negros e Mariele. Camila retrucou: "Não vou, sozinha com vocês eu não vou, desonesta é empurrar um colega e dizer que foi ele que a empurrou, e Mariele é parda, negra sou eu, e é assim que vocês tratam as mulheres negras aqui?"


Reclama também dos gritos dos assessores argumentando que o machismo é apenas quando é com ela, quando seu assessor e advogado gritam, intimidam e ameaçam outras mulheres não existe machismo.


Preta Opressora, Camila Georg


Sobre ser processada diz: "Ótimo, me processe, to doida pra virar Presidente" e completa "Achava que eles (Maria do Rosário e Gleisi Hoffmann) tratavam as minorias bem, viu que não é bem assim né?!(apesar de Camila não se considerar parte da minoria) Quem me tratou bem foi o pessoal da Polícia Legislativa, estão de parabéns, inclusive o advogado queria pegar meu celular, eu neguei, a polícia poderia mexer, mas eles não".


Alega ter sido solicitado seu endereço pelo advogado de Maria do Rosário e na frente dos policiais indagou "Para que quer meu endereço? Vai mandar me matar?" e finaliza "Eu não fiz nada, a polícia me perguntou e eu não xinguei ninguém, pode me processar não fiz nada de errado, eu pedi uma foto, ela aceitou tirar, em momento algum eu a forcei e ela não está com cara de quem foi coagida, está?"


Diz que se sentiu vítima do fascismo (ideologia de vertente esquerdista) naquela câmara, e que querem ser donos do mundo. Elogiou o Senador Kajuru e seu posicionamento de ser um "empregado do povo" e que todos ali deveriam agir da mesma maneira.


Camila ainda agradece o Deputado Federal Daniel Silveira (PSL-RJ) que em suas redes sociais demonstrou total apoio à ativista: "Com a caterva esquerdista é assim, suas ações são sem fundamentos e só atendem aos seus ideais idiotas".


Daniel Silveira na foto acima.


Com tudo isso temos a certeza de que a esquerda e os comportamentos de seus parlamentares é seletivo e parcial. Um militante negro, nordestino e que não apoia suas pautas não se enquadra como minoria nos termos da esquerda brasileira.


por: Gilvania Medeiros

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