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PROTESTO COM SOLIDARIEDADE! DJAN SCHETTINO, PRESIDENTE DA AMAJUR, ENCABEÇA INICIATIVA


Jundiaí, 17 de março de 2021, o Presidente da Associação de Motoristas por Aplicativos de Jundiaí e Região (AMAJUR) Djan Schettino, encabeçou a iniciativa da paralisação nacional em protesto contra as operadoras de transporte e frete. Muitos motoristas foram para as ruas reclamar direitos de maiores repasses das tarifas das viagens, segundo Djan, os aplicativos ficam com a maior parte dos ganhos das viagens porém não têm gastos como a manutenção dos veículos, seguros e gasolina por exemplo.


Um manifesto da AMAJUR foi publicado: “Os motoristas da região de Jundiaí, assim como em todo o país, vêm sofrendo nos últimos meses com a alta desenfreada nos preços de itens que compõem a manutenção da atividade, principalmente dos combustíveis, tornando inviável continuar o trabalho com um mínimo de lucratividade operando com as tarifas oferecidas pelas operadoras, sem reajustes favoráveis aos motoristas há mais de quatro anos” afirma uma parte do documento.


“Aumento de tarifa representa aumento para o cidadão pagar. Não é isso o que nós queremos. Nós estamos reivindicando um aumento nos repasses, contra as operadoras.” diz Schettino reafirmando que o protesto é contra os aplicativos que repassam uma taxa mínima.

Em Jundiaí cerca de 300 motoristas se reuniram de forma pacífica respeitando as normas sanitárias e arrecadaram alimentos não perecíveis e itens de limpeza e higiene pessoal a fim de reforçar o protesto. Os materiais arrecadados serão doados à instituições e entidades de assistência social na região de Jundiaí.


"Encheu o porta-malas do carro até a tampa. Tem muita comida" disse o Presidente da AMAJUR.


Djan Schettino, que tem formação em economia, diz que a associação ainda proporá outras mudanças para as operadoras e que podem até chegar a denúncias de dumping - termo econômico que representa oferta de produtos e serviços muito abaixo do preço correto - que por muito tempo foi considerado crime. Dois órgãos deverão ser utilizados para isso, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e o Procon: “Os motoristas são clientes das plataformas, pagamos pelo serviço de informação”, defende.

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